Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece, mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas... (Trecho do livro A Arte da Guerra, de Sun Tzu).
Creio que a frase acima é a base para entendermos um pouco da importância deste novo conceito que é muito citado e discutido no mercado atualmente, O Personal Branding, ou gestão de marca pessoal.
A marca pessoal nada mais é do que a imagem que passamos para as pessoas que nos rodeiam e o conceito que essas pessoas têm a nosso respeito. Essa imagem não implica somente nas roupas que usamos, carros que dirigimos ou o nosso corte de cabelo, não que devemos deixar de cuidar destes fatores, pois os mesmos representam 50% da nossa imagem, mas também a nossa ética, o estilo de vida que levamos, a nossa postura dentro e fora da empresa em que trabalhamos, etc. Os nossos colegas de trabalho, nossos amigos e familiares (não se engane, todos fazem parte do nosso networking) criam uma opinião a nosso respeito de acordo com todos os momentos que estiveram conosco. Esta opinião é formada após alguns minutos ou no decorrer dos anos. Geralmente esta opinião é transformada em um adjetivo: chato, desleixado, arrogante, sério, ético, ótimo profissional, etc. Qual o adjetivo que as pessoas pensam de você?
Para termos uma boa gestão da nossa marca pessoal, devemos nos basear nas marcas que conhecemos, ou seja, de empresas ou produtos. Para as marcas crescerem e se manterem no topo devem ter um ótimo planejamento, ter uma visão clara e objetivos alcançáveis, valores fortes, entre outras coisas. Pare um pouco e pense sobre a sua carreira. Qual o seu objetivo imediato? E para daqui a 5 ou 10 anos? O que você mais gosta de fazer? Aonde você quer ou pode realmente chegar? O que você esta fazendo agora para atingir esses objetivos? A imagem que você esta passando para o seu networking é realmente a imagem que você acha que esta passando? Pense! Reflita! Coloque as informações no papel e tente organiza-las para que fique claro para você para onde você esta levando a sua carreira.
Texto baseado no livro Personal Branding – construindo sua marca Pessoal / Arthur Bender – São Paulo: Integrare Editora 2009
Colaboração de Luciano da Costa Franco
segunda-feira, 26 de julho de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Empreendedorismo. Persistência.
Não há resultado sem persistência, ela é uma condição para transformar uma idéia em algo real. Mas cuidado, há persistência sem resultado, e isso acontece quando a persistência se transforma em obsessão e já não está mais a serviço do objetivo principal.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Tecnologia e desemprego
Lá pelo final da década de 80, participei de um Congresso de Informática, em São Paulo. Um dos seminários que me interessou foi sobre Tecnologia e desemprego. Para completar meu interesse, um dos participantes era um senador da república, o qual eu já admirava pela sua trajetória pessoal e política. Minha admiração aumentou mais ainda quando, em seu pronunciamento, falou mais ou menos o seguinte: “Na realidade, o progresso tecnológico causa diminuição nos volumes de mão de obra. Porém, nenhum país conseguirá se desenvolver abrindo mão da tecnologia. O que tem que acontecer é que o lucro decorrente do progresso tecnológico deve ser convertido em benefícios para a sociedade e não, servir apenas para aumentar os rendimentos de uns poucos afortunados.”
O nome do senador era Fernando Henrique Cardoso, foi candidato a presidente do Brasil. Aí, eu votei nele e me decepcionei, porque a sua atuação como presidente nada teve a ver com o discurso do senador.
O nome do senador era Fernando Henrique Cardoso, foi candidato a presidente do Brasil. Aí, eu votei nele e me decepcionei, porque a sua atuação como presidente nada teve a ver com o discurso do senador.
O ferroviário
Quem é este profissional? Está em extinção? Vive de recordações?
Quando se pergunta a uma pessoa que trabalhou em ferrovia qual é a sua profissão, a resposta não é engenheiro, contador, torneiro mecânico, eletricista, técnico de segurança, etc .., mas “sou ferroviário”.
É interessante observar em reuniões de entidades ligadas ao meio ferroviário, a participação de pessoas já idosas, defendendo a ferrovia, como se ainda tivessem uma participação ativa, como se temessem a extinção das estradas de ferro, dispostos a lutar pela sua continuidade.
Durante décadas, os ferroviários tiveram um papel muito importante no desenvolvimento brasileiro, contribuíram para o crescimento de importantes cidades, participaram ativamente da vida política do país, através dos sindicatos e entidades de classe, fundaram a primeira cooperativa da América Latina, mantiveram escolas para formação de técnicos, entre outras atividades não menos importantes.
A partir do final da década de 50, o país optou por um modelo que privilegia o sistema rodoviário, priorizando estradas de rodagens, recebendo as principais fábricas de caminhões. Com isso, os trens foram perdendo espaço, primeiramente com a supressão dos trens de passageiros, posteriormente com a própria carga perdendo seu espaço para os caminhões.
Atualmente, o modal ferroviário é utilizado apenas como um complemento do transporte rodoviário brasileiro.
Com este novo cenário, os ferroviários perderam sua influência na sociedade, na década de 60, eram 17.000 trabalhadores ativos, apenas no Rio Grande do Sul, hoje, não devem passar de 500 colaboradores atuando na ferrovia, em nosso estado.
Mas mesmo neste cenário desfavorável, os ferroviários já aposentados, continuam lutando pelo desenvolvimento da ferrovia. Quando ouvem falar em projetos de ampliação do sistema ou da construção de novas ferrovias, seus olhos brilham, vibram como se fossem jovens estagiários prontos para enfrentar novos desafios.
Por isso, a questão. Que profissional é esse que não quer abandonar sua atividade, mesmo depois de cumprir todo o seu tempo de serviço? Que profissional é esse que se emociona quando começa a contar suas estórias nos tempos de ferroviário ativo? Que profissional é esse que mesmo já idoso manifesta tanto amor pela atividade que desempenhou durante sua vida como trabalhador ativo?
Será ele um dinossauro em extinção? Ou será ele um exemplo para os mais jovens que vivem num ambiente de mudanças constantes, onde o vínculo com a empresa que trabalham é apenas temporário.
Quando se pergunta a uma pessoa que trabalhou em ferrovia qual é a sua profissão, a resposta não é engenheiro, contador, torneiro mecânico, eletricista, técnico de segurança, etc .., mas “sou ferroviário”.
É interessante observar em reuniões de entidades ligadas ao meio ferroviário, a participação de pessoas já idosas, defendendo a ferrovia, como se ainda tivessem uma participação ativa, como se temessem a extinção das estradas de ferro, dispostos a lutar pela sua continuidade.
Durante décadas, os ferroviários tiveram um papel muito importante no desenvolvimento brasileiro, contribuíram para o crescimento de importantes cidades, participaram ativamente da vida política do país, através dos sindicatos e entidades de classe, fundaram a primeira cooperativa da América Latina, mantiveram escolas para formação de técnicos, entre outras atividades não menos importantes.
A partir do final da década de 50, o país optou por um modelo que privilegia o sistema rodoviário, priorizando estradas de rodagens, recebendo as principais fábricas de caminhões. Com isso, os trens foram perdendo espaço, primeiramente com a supressão dos trens de passageiros, posteriormente com a própria carga perdendo seu espaço para os caminhões.
Atualmente, o modal ferroviário é utilizado apenas como um complemento do transporte rodoviário brasileiro.
Com este novo cenário, os ferroviários perderam sua influência na sociedade, na década de 60, eram 17.000 trabalhadores ativos, apenas no Rio Grande do Sul, hoje, não devem passar de 500 colaboradores atuando na ferrovia, em nosso estado.
Mas mesmo neste cenário desfavorável, os ferroviários já aposentados, continuam lutando pelo desenvolvimento da ferrovia. Quando ouvem falar em projetos de ampliação do sistema ou da construção de novas ferrovias, seus olhos brilham, vibram como se fossem jovens estagiários prontos para enfrentar novos desafios.
Por isso, a questão. Que profissional é esse que não quer abandonar sua atividade, mesmo depois de cumprir todo o seu tempo de serviço? Que profissional é esse que se emociona quando começa a contar suas estórias nos tempos de ferroviário ativo? Que profissional é esse que mesmo já idoso manifesta tanto amor pela atividade que desempenhou durante sua vida como trabalhador ativo?
Será ele um dinossauro em extinção? Ou será ele um exemplo para os mais jovens que vivem num ambiente de mudanças constantes, onde o vínculo com a empresa que trabalham é apenas temporário.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Empreendedorismo. Autoconfiança.
Ter autoconfiança não significa pensar que não se comete erros, senão que não se teme cometê-los. Não significa pensar que se pode tudo, senão assumir-se e aceitar-se tal como se é, com seus pontos fracos e pontos fortes. Porque a partir daí, se pode aproveitar melhor o que se sabe e, aprender e melhorar naquilo que não se tem domínio.
Autoconfiança realmente significa confiar no que o meu "eu" diz, acreditar em mim mesmo, quando minha voz inteior diz "faz tal coisa" ou "não coloque você nisso, porque não poderá cumprir".
Autoconfiança realmente significa confiar no que o meu "eu" diz, acreditar em mim mesmo, quando minha voz inteior diz "faz tal coisa" ou "não coloque você nisso, porque não poderá cumprir".
sábado, 10 de julho de 2010
Empreendedorismo. Eficiência e qualidade
Quando faço um trabalho medíocre ou ruim estou prejudicando principalmente a mim mesmo e, somente em segundo lugar a um terceiro, que espera receber o fruto do meu esforço.
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