quarta-feira, 30 de junho de 2010
Empreendedorismo. A oportunidade não é uma questão de sorte
Oportunidades existem durante todo o tempo, em qualquer lugar. Trata-se de vê-las e agarrá-las quando se apresentam. A prova está no fato que existem milhares de pessoas que aparentemente as enxergam e sabem como aproveitá-las. As oportunidades não vão ao encontro com você, senão que você tem que ir ao seu encontro, não é uma questão de sorte.
domingo, 20 de junho de 2010
Os espanhóis e os ingleses
Os espanhóis e os ingleses tiveram grande sucesso como colonizadores. Porém, com métodos bem diferentes. Para os espanhóis o importante era extrair todas as riquezas disponíveis, pois acreditavam que existia apenas uma quantidade fixa de valor na Terra e, portanto, o caminho para acumular riquezas era aprender a extraí-las com mais eficiência do solo ou das pessoas.
Já os ingleses acreditavam que valia a pena investir em atividades que perdurassem e possibilitassem um retorno ao longo do tempo. Por isso, em suas colônias, além da exploração das riquezas naturais, implantavam a pecuária e a agricultura.
O que a história nos mostrou é que os ingleses mantém até hoje vínculo com suas antigas colônias, a maioria delas, atualmente, são países desenvolvidos, mas que ainda fazem parte da comunidade britânica. Já as antigas colônias espanholas, exauridas em seus recursos, lutaram muito para conseguir suas independências. Na atualidade, a maioria são países pobres, que não mantém mais nenhum vínculo com o antigo colonizador, além dos que mantém com qualquer outra nação.
Podemos comparar os dois estilos, ao que ocorre na maneira como as empresas gerenciam seus empregados. As empresas do estilo espanhol são aquelas que procuram explorar ao máximo seus colaboradores, tratando-os como um recurso que, depois de exaurido, deve ser descartado. Já as empresas do estilo inglês, são aquelas que procuram investir em treinamento e motivação para que seus colaboradores cresçam dentro da organização e lá permaneçam. As primeiras têm alto índice de rotatividade, nela as pessoas permanecem por um tempo mínimo até conseguir outra alternativa melhor. Nas outras, as pessoas sentem-se recompensadas e motivadas para o trabalho e procuram seu desenvolvimento e crescimento profissional na própria empresa.
Bibliorgrafia: PEOPLEWARE, escrito por Tom DeMarco e Timothy Lister, Ed. Makron Books McGraw-Hill, 1990.
Já os ingleses acreditavam que valia a pena investir em atividades que perdurassem e possibilitassem um retorno ao longo do tempo. Por isso, em suas colônias, além da exploração das riquezas naturais, implantavam a pecuária e a agricultura.
O que a história nos mostrou é que os ingleses mantém até hoje vínculo com suas antigas colônias, a maioria delas, atualmente, são países desenvolvidos, mas que ainda fazem parte da comunidade britânica. Já as antigas colônias espanholas, exauridas em seus recursos, lutaram muito para conseguir suas independências. Na atualidade, a maioria são países pobres, que não mantém mais nenhum vínculo com o antigo colonizador, além dos que mantém com qualquer outra nação.
Podemos comparar os dois estilos, ao que ocorre na maneira como as empresas gerenciam seus empregados. As empresas do estilo espanhol são aquelas que procuram explorar ao máximo seus colaboradores, tratando-os como um recurso que, depois de exaurido, deve ser descartado. Já as empresas do estilo inglês, são aquelas que procuram investir em treinamento e motivação para que seus colaboradores cresçam dentro da organização e lá permaneçam. As primeiras têm alto índice de rotatividade, nela as pessoas permanecem por um tempo mínimo até conseguir outra alternativa melhor. Nas outras, as pessoas sentem-se recompensadas e motivadas para o trabalho e procuram seu desenvolvimento e crescimento profissional na própria empresa.
Bibliorgrafia: PEOPLEWARE, escrito por Tom DeMarco e Timothy Lister, Ed. Makron Books McGraw-Hill, 1990.
domingo, 13 de junho de 2010
O desejo de ser motivado
Estamos todos voltados para nós próprios, sorvemos cada minúsculo elogio e, de modo geral, apreciamos imaginar que somos vencedores. O fato é, porém, que nossas aptidões se distribuem na forma de uma curva normal. Nenhum de nós é realmente tão talentoso quanto gostaria de ser, mas não nos faz bem que essa realidade seja diariamente esfregada no nosso nariz.
Texto extraído do livro; VENCENDO A CRISE, Thomas J. Peters e Robert H. Waterman Jr., Ed. Harper & Row do Brasil Ltda., 1983. Pág.64.
Texto extraído do livro; VENCENDO A CRISE, Thomas J. Peters e Robert H. Waterman Jr., Ed. Harper & Row do Brasil Ltda., 1983. Pág.64.
domingo, 6 de junho de 2010
A beleza escondida
Quando ferroviário tive a oportunidade de percorrer alguns trechos das estradas de ferro que cortavam o Rio Grande do Sul. Digo cortavam porque, após o processo de privatização muitos dos trechos já foram desativados e hoje estão em completo abandono.
Por duas vezes, passei pelo chamado tronco sul, denominação da estrada de ferro que liga o Rio Grande do Sul ao norte do país, passando por Roca Sales, Vacaria e Lages, entre outras cidades.
Confesso que, até hoje, é muito difícil descrever as belezas que vi pelo caminho, no trecho que a ferrovia atravessa a serra gaúcha, a paisagem é maravilhosa, autênticos túneis verdes tendo de um lado as montanhas e de outro, penhascos onde lá embaixo corre o rio das Antas. Na parte catarinense, em direção à Lages, túneis em seqüência, intercalados por aterros e obras de arte, formando uma paisagem única e muito linda.
Ao relembrar aquelas lindas paisagens, me dou conta de que só uns poucos brasileiros tiveram ou têm o privilégio de usufruí-las, somente aquelas pessoas que trabalham ou trabalharam na ferrovia e viajam ou viajavam naquele trecho. Jamais passou por ali um trem de passageiros.
É uma beleza escondida da sociedade que pagou por sua construção.
Obs: Este texto também foi publicado no blog da página www.amantesdaferrovia.com.br
Por duas vezes, passei pelo chamado tronco sul, denominação da estrada de ferro que liga o Rio Grande do Sul ao norte do país, passando por Roca Sales, Vacaria e Lages, entre outras cidades.
Confesso que, até hoje, é muito difícil descrever as belezas que vi pelo caminho, no trecho que a ferrovia atravessa a serra gaúcha, a paisagem é maravilhosa, autênticos túneis verdes tendo de um lado as montanhas e de outro, penhascos onde lá embaixo corre o rio das Antas. Na parte catarinense, em direção à Lages, túneis em seqüência, intercalados por aterros e obras de arte, formando uma paisagem única e muito linda.
Ao relembrar aquelas lindas paisagens, me dou conta de que só uns poucos brasileiros tiveram ou têm o privilégio de usufruí-las, somente aquelas pessoas que trabalham ou trabalharam na ferrovia e viajam ou viajavam naquele trecho. Jamais passou por ali um trem de passageiros.
É uma beleza escondida da sociedade que pagou por sua construção.
Obs: Este texto também foi publicado no blog da página www.amantesdaferrovia.com.br
terça-feira, 1 de junho de 2010
Formação empreendedora
Quando se pensa em empreendedorismo, lembra-se empresa, empresário. Será que para ser em empreendedor é necessário ser proprietário ou sócio de uma empresa?
Com certeza podemos afirmar que todo empresário é um empreendedor. Porém, ser empreendedor não significa obrigatoriamente ser um empresário. Podemos desenvolver nosso potencial empreendedor, mesmo trabalhando como empregado ou profissional autônomo.
São características de um empreendedor; estar sempre disposto a aprender, estabelecer objetivos, ser persistente, planejar seu futuro, procurar diagnosticar seus pontos fortes e pontos fracos, aproveitar oportunidades mesmo correndo risco moderado, preparar-se para enfrentar as ameaças, cumprir seus compromissos, inovar e procurar estar sempre informado sobre os assuntos de seu interesse profissional.
Aquele que tem um comportamento pró-ativo e que planeja sua evolução profissional para um longo prazo, pode estabelecer como meta, por exemplo, passar determinado tempo em uma, ou algumas corporações, para adquirir experiência. Somente após esse período de aprendizado, vai montar seu próprio negócio ou simplesmente investir em uma carreira solo.
Na realidade, a formação empreendedora deve funcionar como se cada um fosse o seu próprio negócio. Isto é, cada profissional deve procurar investir em suas características empreendedoras, visando fortalecer-se como profissional e estar sempre preparado para nos desafios.
No livro “Vencendo a crise” (Thomas J. Peters e Robert H. Waterman Jr. - Ed. Harbra – 1982), os autores descrevem o que eles chamam “vocabulário de padrões’. O que significa isso? Bem as pessoas ao longo de sua vida vão adquirindo conhecimentos e passando por experiências diversas. Com isto, vão formando referências de tal forma que cada pessoa vai tendo um vocabulário de padrões único.
Segundo os autores:
“O conceito de vocabulário de padrões há de nos ser útil de várias maneiras, à medida que formos refletindo sobre sua relevância para questão da excelência gerencial. Ele há de nos ajudar a confiar mais em nossa intuição no momento das decisões cruciais. Ele há de nos levar a pedir, com mais freqüência, a opinião de nossos clientes e funcionários. E há de nos estimular, enfim, para que consideremos seriamente o valor da experiência em oposição aos estudos puramente teóricos.”
Enfim, é importante para uma boa formação empreendedora a construção de um bom “vocabulário de padrões”, o que será possível de ser conseguido, através dos cursos que você freqüentar, das experiências que forem sendo adquiridas e das pessoas que forem sendo conhecidas e fizerem parte de uma grande rede de relacionamentos.
Deve estar permanentemente diagnosticando seu “empreendimento”, isto é, verificando os aspectos que devem ser melhorados na sua formação ou no seu comportamento, isto é, minimizando seus pontos fracos, fortalecendo cada vez mais seus pontos fortes e estando atento às ameaças e oportunidades que surgirem. O empreendedor deve sempre preparado para enfrentar as ameaças e aproveitar as oportunidades que surgirem.
Na realidade, todo o trabalho que se desenvolve é conseqüência dos conhecimentos adquiridos durante a vida e, da capacidade criativa de cada pessoa. É pela qualidade desse trabalho que o profissional será bem sucedido ou não, seja como empregado, profissional autônomo ou empresário.
É bom lembrar que, uma das características dos empreendedores de sucesso, é que, em meio a grandes ameaças, eles conseguem descobrir grandes oportunidades e estão sempre preparados para aproveitá-las.
Com certeza podemos afirmar que todo empresário é um empreendedor. Porém, ser empreendedor não significa obrigatoriamente ser um empresário. Podemos desenvolver nosso potencial empreendedor, mesmo trabalhando como empregado ou profissional autônomo.
São características de um empreendedor; estar sempre disposto a aprender, estabelecer objetivos, ser persistente, planejar seu futuro, procurar diagnosticar seus pontos fortes e pontos fracos, aproveitar oportunidades mesmo correndo risco moderado, preparar-se para enfrentar as ameaças, cumprir seus compromissos, inovar e procurar estar sempre informado sobre os assuntos de seu interesse profissional.
Aquele que tem um comportamento pró-ativo e que planeja sua evolução profissional para um longo prazo, pode estabelecer como meta, por exemplo, passar determinado tempo em uma, ou algumas corporações, para adquirir experiência. Somente após esse período de aprendizado, vai montar seu próprio negócio ou simplesmente investir em uma carreira solo.
Na realidade, a formação empreendedora deve funcionar como se cada um fosse o seu próprio negócio. Isto é, cada profissional deve procurar investir em suas características empreendedoras, visando fortalecer-se como profissional e estar sempre preparado para nos desafios.
No livro “Vencendo a crise” (Thomas J. Peters e Robert H. Waterman Jr. - Ed. Harbra – 1982), os autores descrevem o que eles chamam “vocabulário de padrões’. O que significa isso? Bem as pessoas ao longo de sua vida vão adquirindo conhecimentos e passando por experiências diversas. Com isto, vão formando referências de tal forma que cada pessoa vai tendo um vocabulário de padrões único.
Segundo os autores:
“O conceito de vocabulário de padrões há de nos ser útil de várias maneiras, à medida que formos refletindo sobre sua relevância para questão da excelência gerencial. Ele há de nos ajudar a confiar mais em nossa intuição no momento das decisões cruciais. Ele há de nos levar a pedir, com mais freqüência, a opinião de nossos clientes e funcionários. E há de nos estimular, enfim, para que consideremos seriamente o valor da experiência em oposição aos estudos puramente teóricos.”
Enfim, é importante para uma boa formação empreendedora a construção de um bom “vocabulário de padrões”, o que será possível de ser conseguido, através dos cursos que você freqüentar, das experiências que forem sendo adquiridas e das pessoas que forem sendo conhecidas e fizerem parte de uma grande rede de relacionamentos.
Deve estar permanentemente diagnosticando seu “empreendimento”, isto é, verificando os aspectos que devem ser melhorados na sua formação ou no seu comportamento, isto é, minimizando seus pontos fracos, fortalecendo cada vez mais seus pontos fortes e estando atento às ameaças e oportunidades que surgirem. O empreendedor deve sempre preparado para enfrentar as ameaças e aproveitar as oportunidades que surgirem.
Na realidade, todo o trabalho que se desenvolve é conseqüência dos conhecimentos adquiridos durante a vida e, da capacidade criativa de cada pessoa. É pela qualidade desse trabalho que o profissional será bem sucedido ou não, seja como empregado, profissional autônomo ou empresário.
É bom lembrar que, uma das características dos empreendedores de sucesso, é que, em meio a grandes ameaças, eles conseguem descobrir grandes oportunidades e estão sempre preparados para aproveitá-las.
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